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Estrias podem ser agravadas por alimentação errada

Por: Joyce Rouvier |

 

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Estrias são rupturas das fibras elásticas, localizada na segunda camada da pele (a derme) formadas por colágeno e elastina. Esse rompimento gera atrofia. Localizam-se perpendiculares às fendas da pele e se dispõe paralelamente em relação às outras estrias. Elas originam-se na cor arroxeada e evoluem para a cor esbranquiçada. Fatores mecânicos, hormonais e genéticos contribuem para a sua origem. Obesidade, Síndrome de Cushing, gestação e uso de corticoesteróides tópicos ou sistêmicos estão associadas ao seu aparecimento. São comuns nas mamas, quadris, culotes, coxas e nádegas.

Nas gestantes as estrias ocorrem em cerca de 70% das pacientes e tendem a se desenvolver a partir da 25ª semana gestacional. Fatores como idade materna, peso do bebê e ganho de peso na gestação influenciam na etiologia das estrias. Pesquisas indicam que gestantes de 31 anos ou mais têm menor incidência de estrias. Segundo os autores as estrias ocorrem somente na pele em que o tecido conectivo é parcialmente maduro o que permite um grau de estiramento. No mesmo estudo mulheres que tiveram bebês acima de 3,5kg apresentaram maior risco no desenvolvimento de estrias.

A alimentação das pessoas no grupo de risco precisa ser rica em alimentos que contribuam para a formação de colágeno e elastina como a vitamina E, presente em oleaginosas, folhas verdes escuras, ovos e azeite de oliva; a vitamina C presente nas frutas cítricas, couve, pimentões, tomate e uva; a vitamina B5 encontrada no abacate, frango, mamão e ovos; o zinco presente em carnes magras, farelo de trigo, cogumelos e espinafre; o silício encontrado na salsa, aveia, cebola e pepino e, por fim o cobre presente em nozes, feijões e grãos integrais.

 

 

Fonte: A Tarde