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Por que falar em cosméticos “do bem”?

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Comecei em jornalismo quando as máquinas de escrever imperavam nas redações. Ao final de um dia de trabalho, ao lado de cada mesa, laudas de papel se acumulavam feito o Himalaia! A tecla delete não existia e precisávamos entregar os textos sem rasura!

Quando ainda nem era hipster falar em sustentabilidade, confesso que eu me sentia mega mal pensando nas árvores cortadas para fornecer todo aquele papel que virava puro lixo.

De lá para cá, "no meu quadrado", procuro colaborar para preservar o planeta. Separo o lixo há anos, não tomo banhos prolongados; apago as luzes quando saio dos ambientes e não deixo o aquecedor ligado para a casa me receber quentinha quando as temperaturas paulistanas teimam em enlouquecer.

Mas, minha área é beleza e a ideia aqui, desde o início, é falar com vocês sobre as marcas, produtos e serviços que procuram imprimir esta pegada sustentável. Acontece que, assim como uma alimentação orgânica e natural é mais cara, trocar ativos em cosméticos exige pesquisas seríssimas ao longo de anos — na escala de produção nem todo "agente do mal" pode ser eliminado sumariamente.

O legal é que muitas empresas de cosméticos já estão revendo seus protocolos de pesquisas... porém, será preciso aguardar mais um pouco para que sustentabilidade seja a prioridade número um! Enquanto isto também escrevo sobre aquelas que investem percentuais em ações solidárias, outra forma de educar pessoas mais conscientes de sua relação com o meio ambiente.

Por: Genia Winitzki

Fonte: Universo Jatobá